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<span class="toolkit-image-container__caption legend_box ">Novos empregos estão pagando menos, mostra IBGE</span>
<span class="toolkit-image-container__credit credit_box ">Pixabay</span>
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Os <strong><a href="https://noticias.r7.com/economia/desemprego-recua-para-126-e-atinge-135-milhoes-no-3-trimestre-30112021">dados da Pnad Contínua relativos ao terceiro trimestre </a></strong>de 2021, divulgados terça-feira (30) pelo IBGE ((Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostram que, ao contrário do número de vagas, que cresceu no país, o poder de compra dos que estão empregados é cada vez menor.</p>
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Na comparação com o segundo trimestre deste ano, de abril a junho, o rendimento real (R$ 2.459) caiu 4,0%.</p>
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Se for levado em conta o terceiro trimestre do ano passado, a diferença é de 11,1%. “Há um crescimento em ocupações com menores rendimentos e também perda do poder de compra devido ao avanço da inflação”, explicou a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.</p>
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O IPCA (índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de setembro de 2021 registrou que, em doze meses, <strong><a href="https://noticias.r7.com/economia/inflacao-de-setembro-e-a-maior-em-27-anos-e-supera-10-em-um-ano-08102021">a inflação oficial já alcançava 10,25%</a></strong>.</p>
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<div class="content">Sudeste e indústria são destaques negativos</div>
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Fazendo o corte por regiões do Brasil, no Sudeste ocorreram as maiores perdas percentuais e em dinheiro no salário da população empregada: 13,2% e R$ 426.</p>
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No Norte, houve as menores quedas: 4,3% e R$ 87 a menos. </p>
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Os trabalhadores que tiveram as maiores reduções reais (considerando perdas com a inflação) em um ano foram os da indústria, com 14,7% menos poder de compra, ou R$ 428.</p>
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<strong><a href="https://noticias.r7.com/economia/construcao-contrata-cada-vez-mais-mas-salarios-estao-12-menores-01102021">Na construção</a></strong>, que comemora aumento nos negócios, os empregados passaram a ganhar 7,3% menos, como se tivessem descontados R$ 146 do salário. No segmento de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas a queda foi de 12,3%, ou menos R$ 271.</p>
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<div class="content">Com ou sem carteira, todos perderam</div>
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A queda atingiu tanto os trabalhadores com carteira assinada quanto os que não estavam registrados entre julho e setembro.</p>
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No setor privado como um todo, quem tinha carteira assinada ganhou 6,5% menos em relação a 2020. Quem não possuía, 11,5%.</p>
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Os trabalhadores por conta própria foram os que menos perderam. Os que contavam com CNPJ (registro de uma empresa) passaram a ganhar 2,4% menos, enquatno os que não tinham, 7,9%.</p>
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