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<span class="toolkit-image-container__caption legend_box ">BC prevê que PIB nacional cresceu 4,4% em 2021</span>
<span class="toolkit-image-container__credit credit_box ">Adriano Machado/Reuters – 29.10.2019</span>
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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga no início de março o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2021, na comparação com 2020, ano com os maiores reflexos da pandemia do novo coronavírus na economia.</p>
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As estimativas, no entanto, ainda seguem divergentes, com o BC (Banco Central) na liderança entre os mais pessimistas, com <a href="https://noticias.r7.com/economia/bc-reduz-previsao-de-crescimento-do-pib-em-2022-de-21-para-1-16122021"><strong>previsão de avanço da soma de todos bens e serviços produzidos no país na casa dos 4,4%</strong></a>.</p>
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A expectativa da autoridade monetária surge no mesmo momento em que o Ministério da Economia <a href="https://noticias.r7.com/economia/governo-corta-previsao-do-pib-e-ve-inflacao-de-97-no-fim-de-2021-17112021"><strong>aponta para uma alta de 5,1% das riquezas nacionais no ano passado</strong></a> e os analistas do mercado financeiro veem um avanço de 4,5%.</p>
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Ao reduzir a previsão em 0,3 ponto percentual no RTI (Relatório Trimestral de Inflação) divulgado em dezembro, a autoridade monetária justifica que a revisão é motivada pelo ingresso da economia em recessão técnica no terceiro trimestre e os “resultados piores do que os esperados” de alguns setores em outubro.</p>
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<h3 class="toolkit-card-secondary__title">Banco revisa previsão e vê queda de 0,3% do PIB brasileiro em 2022 </h3>
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<h3 class="toolkit-card-secondary__title">Black Friday impulsiona alta de 0,6% do comércio em novembro</h3>
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<img alt="Setor de serviços salta 2,4% em novembro, após 2 meses de perdas" title="Setor de serviços salta 2,4% em novembro, após 2 meses de perdas"
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<h3 class="toolkit-card-secondary__title">Setor de serviços salta 2,4% em novembro, após 2 meses de perdas</h3>
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"Surpresas negativas em dados recentemente divulgados, que sugerem perda de dinamismo da atividade e reduzem o carregamento estatístico para o ano seguinte, novas elevações da inflação, parcialmente associadas a choques de oferta, e aumento no risco fiscal pioram os prognósticos para a evolução da atividade econômica no próximo ano”, diz o documento.</p>
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A análise levava em conta, até então, o ingresso ruim no último trimestre dos setores de <a href="https://noticias.r7.com/economia/setor-de-servicos-recua-12-em-outubro-e-tem-2-queda-seguida-14122021"><strong>serviços (-1,2%)</strong></a>, responsável por cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto), da <a href="https://noticias.r7.com/economia/producao+industrial+no+brasil+cai+0+6+em+novembro+segundo+ibge-03122021"><strong>indústria (-0,6%)</strong></a> e do <a href="https://noticias.r7.com/economia/vendas-do-comercio-recuam-em-outubro-pelo-3-mes-consecutivo-08122021"><strong>comércio (-0,1%)</strong></a>, dado que foi revisado e passou a ser positivo.</p>
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Apesar do início negativo para os últimos meses do ano, o mês de novembro indica resultados melhores, apenas com a <a href="https://noticias.r7.com/economia/producao-industrial-recua-pelo-sexto-mes-seguido-06012022"><strong>indústria ainda em retração (-0,2%)</strong></a>. No período, o <a href="https://noticias.r7.com/economia/setor-de-servicos-salta-24-em-novembro-apos-2-meses-de-perdas-13012022"><u><strong>volume de serviços prestados cresceu além do esperado (+2,4%)</strong></u></a> e o comércio contou com o auxílio da Black Friday para <a href="http://noticias.r7.com/economia/black-friday-impulsiona-alta-de-06-do-comercio-em-novembro-14012022"><strong>comemorar o segundo dado positivo seguido (+0,6%)</strong></a>.</p>
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A autoridade monetária cita ainda a inflação em nível acelerado, parcialmente associadas a choques de oferta, e o aumento no risco fiscal como fatores que pioram os prognósticos de crescimento para 2021 e 2022. De acordo com o BC, a evolução menos favorável da economia também está refletida nos indicadores que medem o otimismo de empresas e consumidores para os próximos meses.</p>
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"No curto prazo, os choques de oferta continuam influenciando os preços e afetando negativamente atividade e consumo. Soma-se ao quadro atual a perspectiva de que limitações na disponibilidade de insumos em determinadas cadeias produtivas perdurem por mais tempo do que se esperava anteriormente", avalia o BC.</p>
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