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Materiais de recrutamento convidavam maiores de 18 anos para “ajudar na melhoria dos avatares”, sob pagamento. O projeto é dividido em dois estudos: “Movimento Humano” e “Conversas em Grupo”, programados para começar em setembro no centro de pesquisa da Meta, em Pittsburgh, EUA.

No estudo Movimento Humano, os participantes são gravados imitando gestos. Neste caso, eles simulavam expressões faciais, leem frases e fazem gestos com as mãos, enquanto câmeras, fones de ouvido e sensores capturam os movimentos de todos os ângulos.

Já o estudo Conversas em Grupo simulava diálogos. Ele tem o objetivo de reunir dois ou três free-lancers para “participar de conversas e atividades leves de improvisação”. Assim, os pesquisadores registravam falas, gestos e microexpressões naturais para construir avatares mais “realistas e imersivos”.

Movimento coleta dados para o chamado “Projeto Warhol”. O nome está sendo usado pela Appen e a Meta é citada como cliente nos formulários de consentimento de dados aos free-lancers.

Meta confirmou iniciativa. Ao Business Insider, a companhia disse que o Projeto Warhol faz parte de seu esforço para treinar os chamados Codec Avatars, réplicas digitais fotorrealistas e atualizadas em tempo real de pessoas para uso nas realidades virtual e aumentada. A iniciativa foi anunciada em 2019. Já a Appen se recusou a comentar sobre o projeto.

Codec Avatars são uma tecnologia-chave para a Meta. O conceito remete à “telepresença métrica”, que a gigante das redes sociais diz lear a uma presença digital “indistinguível da realidade”.



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