Ibovespa Ao Vivo: Bolsa desaba 3% com guerra comercial e perde 4 mil pontos

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- Ibovespa hoje
- Confira as últimas dos mercados
- Dólar comercial renova máxima, com +3,34%, a R$ 5,816
- Ibov renova mínima, com -3,56%, aos 126.465,55 pontos
- Ibovespa continua a ampliar queda, agora com -3,53%, aos 126.509,10 pontos
- Ações de Petrobras caem mais; PETR3 perde 7,01% e PETR4 recua 5,78%
- Ibovespa tem nova mínima: cai agora 3,40%, aos 126.679,51 pontos
- Ações de Vale (VALE3) têm nova mínima: -5,19%, a R$ 52,02
- Nova mínima: Ibovespa cai 3,19%, aos 126.963,60 pontos
- Principais referências do petróleo internacional já perdem mais de 8%: WTI cai 8,81%, a US$ 61,05; e Brent perde 8,00%, a US$ 64,55
- Ações de Casas Bahia (BHIA3) viram para alta de 2,57%, a R$ 7,97
- Ações de Petrobras ampliam perdas; PETR3 cai 6,68% e PETR4 recua 5,47%
- Mais uma mínima: Ibovespa recua 3,16%, aos 126.979,22 pontos
- Payroll de março robusto e incertezas sobre impacto de tarifas devem manter postura cautelosa do Fed, diz economista
- Ibovespa já perde 4 mil pontos hoje! Agora, Ibov recua 3,11%, nova mínima, aos 127.056,09 pontos
- Ações de Vale (VALE3) renovam mínima, com -4,59%, a R$ 52,35
- Ibovespa renova mínima, com -3,07%, aos 127.118,98 pontos
- EUA fazem lobby no Conselho de Direitos da ONU, abandonado por Trump, dizem diplomatas
- Preços mundiais dos alimentos sobem em março, diz FAO
- Petrobras amplia perdas: PETR3 cai 6,20%, a R$ 36,94, e PETR4 perde 4,97%, a R$ 34,21
- Ações de Casas Bahia (BHIA3) voltam para leilão; agora com queda reduzida para 3,47%, a R$ 7,50
- Dólar comercial renova máxima, com +2,83%, a R$ 5,788
- Lira promete isenção do IR até R$ 5 mil sem aumentar carga tributária
- Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,7780 e venda a R$ 5,7786
- Nova mínima: Ibovespa recua 3,05%, aos 127.139,11 pontos
- Ibov cai 3% e perde quase 4 mil pontos; agora cai aos 127.206,26 pontos
- Ibovespa sucumbe à aversão a risco global após reação da China ampliar guerra comercial
- Israel mata comandante do Hamas no Líbano em mais um teste para cessar-fogo
- Ibovespa renova mínima, com -2,96%, aos 127.255,00 pontos
- Dólar comercial amplia ganhos, com +2,77%, a R$ 5,784
- Fora de leilão, ações de Casas Bahia (BHIA3) caem 10,04%, a R$ 6,99
- VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira dispara 19,88%, aos 19,90 pontos
- Retaliação da China sobre os produtos agrícolas dos EUA atinge a soja, fortalecendo Brasil
- Trump diz que China “jogou errado” na retaliação contra tarifas dos EUA
- Nova mínima: Ibovespa cai 2,90%, aos 127.342,77 pontos
- VIX: índice de volatilidade nos EUA acelera 25,88%, aos 37,79 pontos
- Ibovespa perde mais de 3 mil pontos! Agora, o Ibov cai 2,89%, nova mínima, aos 127.351,38 pontos
- Payroll de março tende a provocar ainda mais volatilidade na precificação dos ativos a nível global, diz economista
- Ações de Casas Bahia (BHIA3) operam em leilão, com queda de 12,10%, a R$ 6,83
- Dólar comercial renova máxima, com +2,57%, a R$ 5,773
- Ibovespa renova mínima, com -2,86%, aos 127.386,08 pontos
- Ações de Petrobras renova mínimas; PETR3 cai 5,26% e PETR4 perde 4,83%
- Nova mínima: Ibovespa recua 2,72%, aos 127.573,07 pontos
- Fluxos de entrada em mercado monetário global crescem com temores de recessão
- Payroll de março: apesar dos dados continuarem apontando para uma economia forte, aumento das chances de recessão alteram o balanço de riscos da política monetária
- “Minhas políticas nunca mudarão”, dispara Trump após retaliação da China
- Ibovespa: apenas quatro ativos sobem no momento, com CRFB3 se destacando na liderança, com alta de 11,17%
- Principais índices em Nova York abrem mais um dia com fortes perdas
- Carrefour (CRFB3) salta após controlador elevar proposta para fechamento de capital
- Ações de Petrobras renovam mínimas; PETR3 cai 4,24% e PETR4 perde 4,08%
- Mais uma mínima: Ibovespa cai 2,65%, aos 127.659,99 pontos
- Ambev (ABEV3) inicia sessão com menos 1,01%, a R$ 13,71
- Ibov renova mínima, com -2,63%, aos 127.691,35 pontos
- CVC (CVCB3) começa dia com baixa de 4,21%, a R$ 2,05
- Ibovespa agora recua 2,57%, aos 127.770,24 pontos, nova mínima do dia
- Só dois ativos do Ibov sobem: CRFB3 (+11,17%) e SLCE3 (+2,63%)
- Após altas de ontem, varejistas apresentam fortes baixas na abertura: AMER3, -4,38%; AZZA3, -5,12%; BHIA3, -6,69%; CEAB3, -3,82%; LREN3, -3,85%; MGLU3, -4,41%; PETZ3, -1,23%
- Ações de Petrobras ampliam perdas; PETR3 cai 4,09% e PETR4 perde 4,08%
- Aéreas abrem dia com baixas: AZUL4, -1,81%; GOLL4, -0,71%
- Petróleo atinge mínimas desde 2021 e promete abalar novamente ações de petroleiras
- Vamos (VAMO3) volta a leilão, com baixa forte de 8,88%, a R$ 4,41
- Carrefour (CRFB3) abre com forte alta de 11,44%, destoando dos demais supermercadistas, que caem, e do mercado como um todo
- Ibovespa despenca 2% com avanço de guerra comercial e temores de recessão nos EUA
- Petro juniores finalmente iniciam pregão e mostram fortes baixas: PRIO3, -7,36%; RECV3, -5,10%; BRAV3, -11,21%
- Siderúrgicas derretem nesta abertura: CSNA3, -5,68%; GGBR4, -2,83%; GOAU4, -2,84%; USIM5, -3,30%
- Ibovespa renova mínima do dia, com queda de 2,27%, aos 128.165,19 pontos
- Hapvida (HAPV3) começa com menos 2,22%, a R$ 2,20
- Frigoríficos abrem dia com baixas: BEEF3, -1,70%; BRFS3, -1,37%; MRFG3, -1,51%
- Grandes bancos caem com amplitude nesta abertura: BBAS3, -1,09%; BBDC4, -1,97%; ITUB4, -1,13%; SANB11, -1,63%
- B3 (B3SA3) inicia pregão com queda de 2,59%, a R$ 12,40
- Ibovespa sai dos leilões com baixa forte de 2,13%, aos 128.350,54 pontos, mas BRAV3, CRFB3 e PRIO3 seguem sem abrir
- Petrobras amplia baixas de ontem e abre com forte queda de 3,96% (PETR3) e 3,97% (PETR4)
- Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,7291 e venda a R$ 5,7297
- Vale (VALE3) inicia sessão com forte baixa de 2,95%, a R$ 53,59
- Embraer (EMBR3) começa sessão com baixa de 1,77%, a R$ 62,24
- Eletrobras abre dia com baixas de 0,85% (ELET3) e 0,80% (ELET6)
- Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,01%, aos 131.127,68 pontos
- Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com baixa de 0,20%, aos 1.971,71 pontos
- Magazine Luiza (MGLU3) vai emitir R$1 bi em debêntures
- Taxas de juros tombam com chance de mais corte de juros nos EUA por temor de recessão
- CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros para 7 de maio está em 57%
- Eletrobras diz que SEC não recomendará fiscalização contra companhia sobre compulsório
- PRIO (PRIO3): dados operacionais de março foram fracos, mas eram esperados, diz banco
- Ibovespa futuro recua 2,02%, aos 129.145 pontos; na mínima chegou aos 128.890 pontos
- Futuros dos principais índices em Nova York seguem derretendo após divulgação do payroll e ampliam perdas, ainda na esteira das tarifas do governo Trump
- Treasuries nos EUA seguem recuando com amplitude por toda a curva, após payroll de março
- VIX: índice de volatilidade nos EUA dispara 30,45%, aos 39,16 pontos, sem muita alteração após o payroll
- Dólar comercial avança 1,86%, a R$ 5,733
- Ibovespa futuro recua 1,82%, aos 129.410 pontos
- Canadá: taxa de participação cai de 65,3% em fevereiro para 65,2% em março
- Canadá: em março houve saldo negativo de criação de empregos, com menos 32,6 mil vagas, ante expectativa de mais 10,4 mil
- Canadá: taxa de desemprego em março fica em 6,7%, em linha com o esperado e acima dos 6,6% de fevereiro
- EUA: taxa de participação em março sobe a 62,5%, ante 62,4% em fevereiro
- EUA: taxa de desemprego U6 fica em 7,9% em março, ante 8,0% em fevereiro
- EUA: taxa de desemprego em março fica em 4,2%, acima da expectativa de 4,1%, que foi também o valor de fevereiro
- EUA: payroll privado em março mostra a criação de 209 mil vagas, bem acima da expectativa de 127 mil
- EUA: salário médio por hora trabalhada em março, na comparação com março de 2024, sobe 3,8%, abaixo da expectativa de mais 3,9%
- EUA: salário médio por hora trabalhada em março, na comparação com o mês anterior, sobe 0,3%, em linha com a expectativa
- EUA: payroll não-agrícola em março fica em 228 mil, bem acima da expectativa de mais 137 mil
- VIX: índice de volatilidade nos EUA dispara 31,45%, aos 39,46 pontos
- Futuros dos principais índices em Nova York despencam antes do payroll, ainda na esteira das tarifas do governo Trump
- DXY: índice dólar recua 0,08%, aos 101,99 pontos, antes do payroll
- Treasuries nos EUA recuam por toda a curva, antes do payroll de março
- Ibovespa futuro recua 1,88%, aos 129.325 pontos
- Estrategista-chefe que previu choque tarifário faz alerta: o pior ainda está por vir
- Carrefour (CRFB3): nova proposta de deslitagem pode ser uma forma de reduzir a incerteza, diz banco
- Tarifas dos EUA anteciparão cortes de juros por Fed e BCE, diz Nomura
- Taiwan anuncia US$8,7 bilhões em ajuda para empresas lidarem com tarifas dos EUA
- Dólar comercial abre em alta de 1,81%, cotado a R$ 5,729 na compra e a R$ 5,730 na venda
- DIs: juros futuros começam mistos esta sexta-feira, com quedas nos vértices mais curtos
- China solicita consulta à OMC sobre novas tarifas dos EUA
- Mini-índice com vencimento em abril (WINJ25) abre com baixa de 2,05%, aos 129.175 pontos
- Preços dos combustíveis no Brasil estão acima da paridade internacional, diz Abicom
- Ibovespa futuro amplia perdas, com -2,02%, aos 129.170 pontos
- UE diz que acordo comercial com o Mercosul é uma “grande oportunidade” devido às tarifas dos EUA
- Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com avanço de de 1,33%, aos 476.060,00
- Minidólar com vencimento em maio (WDOK25) começa o dia com alta de 1,63%, cotado a 5.754,50
- Dólar futuro abre em alta de 1,44%, cotado aos 5.743,00 pontos
- Ibovespa futuro abre em queda de 1,75%, cotado aos 129.500 pontos
- Com alta tecnologia, B3 reduz em 70% tempo de conclusão dos negócios
- Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
- Grupo jurídico conservador dos EUA processa Trump por tarifaço
- Banco Master espera proposta do BTG por ativos remanescentes, dizem fontes
- Perdas globais em ações de bancos se intensificam em meio a temores de recessão
- Chair do Fed participa de evento em meio a tarifas e queda do mercado
- PRIO (PRIO3) tem baixa de 3,5% na produção de março
- Governo cancela leilão para contratar potência ao sistema elétrico
- Kremlin diz que Rússia precisa agir para proteger sua economia em meio à turbulência por tarifas
- Índice EWZ cai 3,61% na pré-abertura dos EUA
- Alckmin diz que inflação provocada por seca e dólar alto é responsável por desgaste
- Barris de petróleo têm fortes quedas de mais de 6%
- China vai impor tarifas de 34% sobre todos produtos dos EUA a partir de 10 de abril
- Mercados da Europa têm fortes quedas ainda com repercussão de tarifas
- Bolsas da Ásia fecham dia em queda
- IGP-DI tem queda de 0,50% em março
- EUA: índices futuros estendem perdas e caem mais de 2%
- Abertura de mercados
- Principais índices em Nova York terminaram ontem com perdas amplas
- DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem com baixas por toda a curva
- Dólar comercial encerrou ontem com baixa de 1,23%
- Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
- Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,04%, aos 131.140,65 pontos
Ibovespa hoje
- Ibovespa cai 3% e perde mais de 4 mil pontos hoje, aos 126,8 mil pontos. Dólar comercial sobe a R$ 5,81 e juros futuros operam mistos.
- Em dia de queda generalizada, ações de Petrobras (PETR4) caem 6%, de Vale (VALE3) recuam 5% e grandes bancos também caem forte.
- Petróleo atinge mínimas desde 2021 e promete abalar novamente ações de petroleiras.
- Trump diz que China “jogou errado” na retaliação contra tarifas dos EUA.
- Fed deve esperar até junho para iniciar cortes nos juros após forte criação de vagas nos EUA.
Confira as últimas dos mercados
Dólar comercial renova máxima, com +3,34%, a R$ 5,816
Ibov renova mínima, com -3,56%, aos 126.465,55 pontos
Ibovespa continua a ampliar queda, agora com -3,53%, aos 126.509,10 pontos
Ações de Petrobras caem mais; PETR3 perde 7,01% e PETR4 recua 5,78%
Ibovespa tem nova mínima: cai agora 3,40%, aos 126.679,51 pontos
Ações de Vale (VALE3) têm nova mínima: -5,19%, a R$ 52,02
Nova mínima: Ibovespa cai 3,19%, aos 126.963,60 pontos
Principais referências do petróleo internacional já perdem mais de 8%: WTI cai 8,81%, a US$ 61,05; e Brent perde 8,00%, a US$ 64,55
Ações de Casas Bahia (BHIA3) viram para alta de 2,57%, a R$ 7,97
Ações de Petrobras ampliam perdas; PETR3 cai 6,68% e PETR4 recua 5,47%
Mais uma mínima: Ibovespa recua 3,16%, aos 126.979,22 pontos
Payroll de março robusto e incertezas sobre impacto de tarifas devem manter postura cautelosa do Fed, diz economista
Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, entende que “os números divulgados hoje mostram que o mercado de trabalho dos EUA segue robusto, com salários crescendo em ritmo forte e pressionando os preços – principalmente no setor de serviços. Este cenário tende a impactar a inflação, que permanece acima da meta de 2%, e reforça nossa expectativa de que o Fed vai manter os juros em patamar elevado”. Além disso, a economista entende que a autoridade monetária deve acompanhar o desenrolar da guerra comercial global: “esse aumento de tarifas deve pesar sobre o crescimento da economia, com possível impacto sobre o mercado de trabalho e os preços. A despeito dessa perspectiva de desaceleração da atividade, enxergamos um risco de inflação mais alta à frente, o que diminuiria o espaço para o Fed cortar juros”.
Ibovespa já perde 4 mil pontos hoje! Agora, Ibov recua 3,11%, nova mínima, aos 127.056,09 pontos
Ontem, o Ibovespa fechou em 131.139,05 pontos. Na semana, a queda é de 3,68%.
Ações de Vale (VALE3) renovam mínima, com -4,59%, a R$ 52,35
Ibovespa renova mínima, com -3,07%, aos 127.118,98 pontos
EUA fazem lobby no Conselho de Direitos da ONU, abandonado por Trump, dizem diplomatas
Dois meses após o presidente Donald Trump ter anunciado a suspensão do envolvimento dos Estados Unidos com o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, Washington está influenciando seu trabalho por meio de pressões públicas e nos bastidores, disseram sete diplomatas e defensores dos direitos humanos. Os Estados Unidos deixaram seu assento vazio durante sessão de seis semanas do conselho de 47 membros que terminou na sexta-feira, mas seu lobby e pressão tiveram algum sucesso, disseram as fontes à Reuters. Elas disseram que os Estados Unidos, que acusaram o conselho de ter um viés anti-Israel, se concentraram em enfraquecer uma proposta do Paquistão sobre a criação de um Mecanismo Internacional, Imparcial e Independente (IIIM), o tipo mais rigoroso de investigação da ONU, sobre as ações de Israel nos Territórios Palestinos Ocupados. (Reuters)
Preços mundiais dos alimentos sobem em março, diz FAO
Os preços globais das commodities alimentícias subiram em março, com um aumento acentuado nos óleos vegetais compensando as quedas nos cereais e no açúcar, informou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação nesta sexta-feira. O Índice de Preços de Alimentos da FAO, que acompanha as mudanças mensais em uma cesta de commodities alimentícias comercializadas internacionalmente, atingiu uma média de 127,1 pontos em março, contra uma estimativa revisada de 126,8 para fevereiro. A leitura de março subiu 6,9% em relação ao ano anterior, mas está 20,7% abaixo do pico de março de 2022 após a invasão em grande escala da Rússia na Ucrânia. Para os óleos vegetais, o índice de preços da FAO aumentou 3,7% em relação a fevereiro, com as cotações dos óleos de palma, soja, colza e girassol subindo devido à forte demanda de importação, disse a agência. A leitura do preço dos óleos vegetais aumentou 23,9% em relação ao ano anterior. (Reuters)
Petrobras amplia perdas: PETR3 cai 6,20%, a R$ 36,94, e PETR4 perde 4,97%, a R$ 34,21
Ações de Casas Bahia (BHIA3) voltam para leilão; agora com queda reduzida para 3,47%, a R$ 7,50
Dólar comercial renova máxima, com +2,83%, a R$ 5,788
Lira promete isenção do IR até R$ 5 mil sem aumentar carga tributária
Relator quer garantir justiça fiscal com equilíbrio das contas públicas; proposta do governo prevê compensação via taxação dos mais ricos.
Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,7780 e venda a R$ 5,7786
Nova mínima: Ibovespa recua 3,05%, aos 127.139,11 pontos
Ibov cai 3% e perde quase 4 mil pontos; agora cai aos 127.206,26 pontos
Ibovespa sucumbe à aversão a risco global após reação da China ampliar guerra comercial
O Ibovespa recua para mínimas em três semanas nesta sexta-feira, sucumbindo à aversão a risco global, após a China retaliar tarifas comerciais anunciadas na véspera pelos Estados Unidos, elevando temores de desaceleração da economia global. O volume financeiro somava R$6,4 bilhões. A China anunciou tarifas adicionais de 34% sobre os produtos norte-americanos nesta sexta-feira, bem como controles sobre as exportações de algumas terras raras e apresentou uma reclamação na Organização Mundial do Comércio. Na visão do analista de investimentos Alison Correia, sócio-fundador da Dom Investimentos, o contra-ataque da China no estilo “olho por olho” ratificou o ambiente de guerra comercial. Correia ressaltou que o Brasil passou ileso na véspera, uma vez que o país recebeu a alíquota mínima, de 10%, dos EUA, mas disse acreditar que dificilmente o mercado brasileiro conseguiria se descolar nesta sessão do forte pessimismo internacional. “Sinceramente, acho que vai ser muito difícil”, reforçou. (Reuters)
Israel mata comandante do Hamas no Líbano em mais um teste para cessar-fogo
Israel matou um comandante do grupo militante palestino Hamas em um ataque aéreo no sul do Líbano na sexta-feira, testando ainda mais o cessar-fogo que interrompeu a guerra do ano passado entre Israel e o grupo militante libanês Hezbollah. Os militares israelenses disseram que o militante visado, Hassan Farhat, estava por trás de um ataque com foguete contra a cidade de Safed no ano passado que matou e feriu vários soldados israelenses. O governo israelense prometeu agir contra os combatentes do Hamas “onde quer que eles operem”. Uma fonte de segurança afirmou que Farhat foi morto junto com seu filho e sua filha no ataque na cidade de Sidon, no sul do Líbano. O braço armado do Hamas, Brigadas al-Qassam, disse que Farhat foi assassinado em seu apartamento em Sidon e elogiou suas “abençoadas contribuições” para o confronto com Israel ao longo dos anos. (Reuters)
Ibovespa renova mínima, com -2,96%, aos 127.255,00 pontos
Dólar comercial amplia ganhos, com +2,77%, a R$ 5,784
Fora de leilão, ações de Casas Bahia (BHIA3) caem 10,04%, a R$ 6,99
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira dispara 19,88%, aos 19,90 pontos
Retaliação da China sobre os produtos agrícolas dos EUA atinge a soja, fortalecendo Brasil
A retaliação da China nesta sexta-feira contra as novas tarifas dos Estados Unidos deve acelerar o movimento de Pequim em direção a fornecedores alternativos de produtos agrícolas, incluindo o Brasil, uma mudança que começou durante a guerra comercial do primeiro mandato do presidente Donald Trump. Pequim revelou uma série de contramedidas, incluindo tarifas adicionais de 34% sobre todos os produtos dos EUA, que se somam às tarifas de 10-15% aplicadas sobre cerca de US$ 21 bilhões em comércio agrícola no início de março. “É como fechar todas as importações agrícolas dos EUA. Não temos certeza se alguma importação será viável com a tarifa de 34%”, disse um trader de uma empresa de comércio internacional com sede em Cingapura que vende grãos e sementes oleaginosas para a China. “O principal impacto será em produtos como soja e sorgo. Não será tanto sobre o trigo e o milho, já que a China não tem comprado muito trigo e milho dos EUA este ano”, acrescentou o trader. (Reuters)
Trump diz que China “jogou errado” na retaliação contra tarifas dos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que a China “jogou errado” depois que Pequim retaliou as novas tarifas dos EUA, revelando contramedidas que incluem taxas adicionais de 34% sobre os produtos norte-americanos. “A China jogou errado, entrou em pânico – a única coisa que não pode se dar ao luxo de fazer!”, escreveu Trump em letras maiúsculas em uma publicação em sua plataforma de mídia social.
Nova mínima: Ibovespa cai 2,90%, aos 127.342,77 pontos
VIX: índice de volatilidade nos EUA acelera 25,88%, aos 37,79 pontos
Ibovespa perde mais de 3 mil pontos! Agora, o Ibov cai 2,89%, nova mínima, aos 127.351,38 pontos
Payroll de março tende a provocar ainda mais volatilidade na precificação dos ativos a nível global, diz economista
Matheus Pizzani, economista da CM Capital, diz que o relatório “tende a provocar ainda mais volatilidade na precificação dos ativos a nível global, especialmente quando considerado o seu efeito sobre as projeções que indicavam até então a possibilidade de recessão nos EUA”. Ele nota que, com um ritmo ainda demasiadamente aquecido de criação de empregos, desemprego em patamar historicamente baixo e nível de renda mantendo taxas satisfatórias de crescimento, a expectativa é que os consumidores do país, mesmo em face de um ambiente mais incerto, continuem consumindo bens e serviços em patamar relativamente estável nos próximos períodos. “A nova política comercial apresentada por Donald Trump tende a concentrar seus efeitos nos bens de consumo, especialmente no caso dos duráveis, que podem de fato ver seu nível de demanda derreter no decorrer do ano”, diz. “Este grupo, no entanto, não é necessariamente uma das prioridades do Fed em termos de política monetária e combate a inflação. Neste sentido, os serviços, menos atingidos pela tarifação generalizada, devem continuar com seu nível de demanda em alta, ganhando força adicional nos próximos meses por conta de fatores sazonais como a chegada do verão e o maior dinamismo apresentado por segmentos como o de turismo”.
Ações de Casas Bahia (BHIA3) operam em leilão, com queda de 12,10%, a R$ 6,83
Dólar comercial renova máxima, com +2,57%, a R$ 5,773
Ibovespa renova mínima, com -2,86%, aos 127.386,08 pontos
Ações de Petrobras renova mínimas; PETR3 cai 5,26% e PETR4 perde 4,83%
Nova mínima: Ibovespa recua 2,72%, aos 127.573,07 pontos
Fluxos de entrada em mercado monetário global crescem com temores de recessão
Os fundos do mercado monetário global registraram entradas maciças na semana encerrada em 2 de abril, com os investidores cautelosos em relação às medidas comerciais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estão elevando os temores de uma desaceleração global. Os fundos do mercado monetário, geralmente vistos como espaços seguros em épocas de dificuldades econômicas, atraíram US$30,26 bilhões em entradas durante a semana, à medida que Trump introduzia tarifas recíprocas abrangentes sobre parceiros comerciais, intensificando uma guerra comercial. Enquanto isso, os fundos de ações globais registraram apenas US$49 milhões em compras líquidas, uma queda acentuada em relação aos cerca de US$35,84 bilhões em compras líquidas na semana anterior. Os fundos de Wall Street registraram vendas líquidas de US$10,85 bilhões, revertendo as entradas de US$22,39 bilhões da semana anterior. Em contrapartida, os investidores alocaram US$6,84 bilhões em fundos de ações europeus e US$4,36 bilhões em fundos de ações asiáticos. (Reuters)
Payroll de março: apesar dos dados continuarem apontando para uma economia forte, aumento das chances de recessão alteram o balanço de riscos da política monetária
O payroll de março ficou bem acima do esperado pelo mercado, com o emprego privado voltando a crescer mais de 200 mil no mês, diz Andressa Durão, economista do ASA. “O quadro ilustrado pelas pesquisas de emprego de março ainda não reflete o ambiente de incerteza elevada que a economia americana enfrenta no momento. O mercado de trabalho continuou apresentando crescimento em ritmo sólido e a taxa de desemprego permanece em nível baixo”, ela sublinha. “Apesar de os dados continuarem apontando para uma economia forte, o aumento das chances de recessão alteram o balanço de riscos da política monetária, sugerindo uma mudança de postura do Fed, que deverá se mostrar disposto a agir (‘se necessário’) para conter os possíveis efeitos”.
“Minhas políticas nunca mudarão”, dispara Trump após retaliação da China
Trump também compartilhou em suas redes sociais um vídeo que sugere que a queda nas bolsas é uma jogada calculada para forçar cortes de juros pelo Fed.
Ibovespa: apenas quatro ativos sobem no momento, com CRFB3 se destacando na liderança, com alta de 11,17%
Principais índices em Nova York abrem mais um dia com fortes perdas
Investidores em Wall Street veem a guerra comercial iniciada pelo governo Trump escalar, com o anúncio de retaliação feita pela China. “O governo Trump pode estar jogando com parceiros comerciais, mas os participantes do mercado não estão dispostos a esperar pelos resultados”, disse à CNBC Michael Arone, estrategista-chefe de investimentos da SPDR. “Os investidores estão vendendo primeiro e fazendo perguntas depois”.
- Dow Jones: -2,33%
- S&P 500: -2,37%
- Nasdaq: -2,87%
Carrefour (CRFB3) salta após controlador elevar proposta para fechamento de capital
Carrefour eleva proposta a R$ 8,50 por ação da unidade brasileira para fechar capital.
Ações de Petrobras renovam mínimas; PETR3 cai 4,24% e PETR4 perde 4,08%
Mais uma mínima: Ibovespa cai 2,65%, aos 127.659,99 pontos
Ambev (ABEV3) inicia sessão com menos 1,01%, a R$ 13,71
Ibov renova mínima, com -2,63%, aos 127.691,35 pontos
CVC (CVCB3) começa dia com baixa de 4,21%, a R$ 2,05
Ibovespa agora recua 2,57%, aos 127.770,24 pontos, nova mínima do dia
Só dois ativos do Ibov sobem: CRFB3 (+11,17%) e SLCE3 (+2,63%)
Após altas de ontem, varejistas apresentam fortes baixas na abertura: AMER3, -4,38%; AZZA3, -5,12%; BHIA3, -6,69%; CEAB3, -3,82%; LREN3, -3,85%; MGLU3, -4,41%; PETZ3, -1,23%
Ações de Petrobras ampliam perdas; PETR3 cai 4,09% e PETR4 perde 4,08%
Aéreas abrem dia com baixas: AZUL4, -1,81%; GOLL4, -0,71%
Petróleo atinge mínimas desde 2021 e promete abalar novamente ações de petroleiras
Receios de guerra comercial abalam o mercado novamente.
Vamos (VAMO3) volta a leilão, com baixa forte de 8,88%, a R$ 4,41
Carrefour (CRFB3) abre com forte alta de 11,44%, destoando dos demais supermercadistas, que caem, e do mercado como um todo
Ibovespa despenca 2% com avanço de guerra comercial e temores de recessão nos EUA
O Ibovespa cai 2,5%, aos 127,8 mil pontos, pressionado pela intensificação da guerra comercial. A movimentação ocorre após a China anunciar a imposição de tarifas de 34% sobre todos os produtos importados dos Estados Unidos, em resposta às tarifas elevadas anunciadas pelo governo Trump nesta semana. Segundo comunicado da Comissão Tarifária do Conselho Estatal, as novas tarifas chinesas entram em vigor no próximo dia 10. Caem forte as ações de Petrobras (PETR4), com -3% diante do forte tombo dos barris de petróleo, além de Vale (VALE3), com -2%, os grandes bancos e as varejistas. O dólar comercial salta 2%, a R$ 5,75. Em relação ao dados, o payroll dos EUA mostrou a criação de 228 mil vagas de trabalho em março, acima das expectativas. Em meio a esse cenário, investidores globais seguem em busca de proteção, enquanto aguardam os dados de emprego e discursos do presidente do Fed. Na cena nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja ao Pará, onde tem encontro com o cacique Raoni Metuktire. Com relação à postura do Brasil diante do novo ambiente de comércio com a maior economia do mundo, o vice-presidente Geraldo Alckmin destacou que o Governo está buscando negociar e alertou sobre possíveis desvios nas pautas de importação e exportação, enfatizando que o acordo Mercosul-União Europeia pode acelerar nesse cenário. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro opera com queda de 2,50%, S&P500 tem desvalorização de 2,62% e Nasdaq Futuro perde 2,70%. (Felipe Alves)
Petro juniores finalmente iniciam pregão e mostram fortes baixas: PRIO3, -7,36%; RECV3, -5,10%; BRAV3, -11,21%
Siderúrgicas derretem nesta abertura: CSNA3, -5,68%; GGBR4, -2,83%; GOAU4, -2,84%; USIM5, -3,30%
Ibovespa renova mínima do dia, com queda de 2,27%, aos 128.165,19 pontos
Hapvida (HAPV3) começa com menos 2,22%, a R$ 2,20
Frigoríficos abrem dia com baixas: BEEF3, -1,70%; BRFS3, -1,37%; MRFG3, -1,51%
JBS (JBSS3) oscila na abertura e tem mais 0,02%.
Grandes bancos caem com amplitude nesta abertura: BBAS3, -1,09%; BBDC4, -1,97%; ITUB4, -1,13%; SANB11, -1,63%
B3 (B3SA3) inicia pregão com queda de 2,59%, a R$ 12,40
Ibovespa sai dos leilões com baixa forte de 2,13%, aos 128.350,54 pontos, mas BRAV3, CRFB3 e PRIO3 seguem sem abrir
Petrobras amplia baixas de ontem e abre com forte queda de 3,96% (PETR3) e 3,97% (PETR4)
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,7291 e venda a R$ 5,7297
Vale (VALE3) inicia sessão com forte baixa de 2,95%, a R$ 53,59
Embraer (EMBR3) começa sessão com baixa de 1,77%, a R$ 62,24
Eletrobras abre dia com baixas de 0,85% (ELET3) e 0,80% (ELET6)
Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,01%, aos 131.127,68 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com baixa de 0,20%, aos 1.971,71 pontos
Magazine Luiza (MGLU3) vai emitir R$1 bi em debêntures
O conselho de administração do Magazine Luiza aprovou nesta semana emissão de R$1 bilhão em debêntures em 13ª emissão, segundo ata da reunião do colegiado realizada na quarta-feira e publicada nesta sexta-feira. Os recursos da emissão serão usados para “gestão ordinária dos negócios da companhia, incluindo, mas não se limitando, à ‘liability management’”, afirmou a empresa. (Reuters)
Taxas de juros tombam com chance de mais corte de juros nos EUA por temor de recessão
As taxas futuras chegaram a cair 29 pontos nos vencimentos intermediários mais cedo, com o contrato para janeiro de 2029 ficando abaixo de 14%.
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros para 7 de maio está em 57%
07/05 | 18/06 | |
4,50%-4,25% | 57,1% | 60,2% |
4,25%-4,00% | 42,9% | 39,2% |
4,00%-3,75% | – | 0,6% |
Eletrobras diz que SEC não recomendará fiscalização contra companhia sobre compulsório
A Eletrobras (ELET3) disse nesta sexta-feira que a Securities and Exchange Commission (SEC) informou que não pretende recomendar uma ação de fiscalização contra a companhia em investigação que estava sendo conduzida sobre o empréstimo compulsório e litígios correlatos. Divulgações feitas no passado pela Eletrobras em relação ao empréstimo compulsório, principal passivo contencioso de seu balanço, no formulário “20-F”, entregues à SEC, foram alvo de questionamentos nos Estados Unidos. A companhia vinha colaborando com as investigações, acrescentou a Eletrobras.
PRIO (PRIO3): dados operacionais de março foram fracos, mas eram esperados, diz banco
Os números operacionais consolidados de março da PRIO (PRIO3) foram afetados negativamente pela substituição de um compressor reformado em Albacora Leste, concluída no final do mês, e pela parada de um poço em Polvo, que foi retomada no meio do mês, lembra o Itaú BBA. “Apesar do gráfico de produção mais fraco, acreditamos que ele poderia ter sido antecipado pelos investidores, uma vez que os números diários de produção estão disponíveis no site da ANP. Tenha em mente que a PRIO realizará uma parada programada de manutenção no FPSO no campo de Frade neste mês por aproximadamente 12 dias”. A classificação da ação é outperform, com preço-alvo de R$ 70.
Ibovespa futuro recua 2,02%, aos 129.145 pontos; na mínima chegou aos 128.890 pontos
Futuros dos principais índices em Nova York seguem derretendo após divulgação do payroll e ampliam perdas, ainda na esteira das tarifas do governo Trump
- Dow Jones Futuro: -3,98% (antes payroll: -2,81%)
- S&P 500 Futuro: -4,84% (antes payroll: -2,73%)
- Nasdaq Futuro: -5,97% (antes payroll: -2,88%)
Treasuries nos EUA seguem recuando com amplitude por toda a curva, após payroll de março
- Título de 2 anos: -0,204 pp, a 3,521% (antes payroll: -0,194 pp, a 3,531%)
- Título de 10 anos: -0,165 pp, a 3,890% (antes payroll: -0,158 pp, a 3,897%)
VIX: índice de volatilidade nos EUA dispara 30,45%, aos 39,16 pontos, sem muita alteração após o payroll
Antes, a alta era de 31,45%, aos 39,46 pontos. A forte volatilidade nos EUA é reflexo ainda ao anúncio das tarifas pelo governo Trump antes de ontem.
Dólar comercial avança 1,86%, a R$ 5,733
Ibovespa futuro recua 1,82%, aos 129.410 pontos
Canadá: taxa de participação cai de 65,3% em fevereiro para 65,2% em março
Canadá: em março houve saldo negativo de criação de empregos, com menos 32,6 mil vagas, ante expectativa de mais 10,4 mil
Em fevereiro, houve criação de 1,1 mil.
Canadá: taxa de desemprego em março fica em 6,7%, em linha com o esperado e acima dos 6,6% de fevereiro
EUA: taxa de participação em março sobe a 62,5%, ante 62,4% em fevereiro
EUA: taxa de desemprego U6 fica em 7,9% em março, ante 8,0% em fevereiro
A taxa de desemprego U6 é considerada a “taxa de desemprego real” da economia local.
EUA: taxa de desemprego em março fica em 4,2%, acima da expectativa de 4,1%, que foi também o valor de fevereiro
EUA: payroll privado em março mostra a criação de 209 mil vagas, bem acima da expectativa de 127 mil
Em fevereiro, foram criadas 116 mil vagas (revisadas de 140 mil).
EUA: salário médio por hora trabalhada em março, na comparação com março de 2024, sobe 3,8%, abaixo da expectativa de mais 3,9%
Em fevereiro, na comparação com fevereiro de 2024, a alta foi de 4,0%.
EUA: salário médio por hora trabalhada em março, na comparação com o mês anterior, sobe 0,3%, em linha com a expectativa
Em fevereiro, a alta foi de 0,2% (revisada de mais 0,3%).
EUA: payroll não-agrícola em março fica em 228 mil, bem acima da expectativa de mais 137 mil
Em fevereiro, houve alta de 117 mil (revisada de mais 151 mil vagas).
VIX: índice de volatilidade nos EUA dispara 31,45%, aos 39,46 pontos
Futuros dos principais índices em Nova York despencam antes do payroll, ainda na esteira das tarifas do governo Trump
- Dow Jones Futuro: -2,81%
- S&P 500 Futuro: -2,73%
- Nasdaq Futuro: -2,88%
DXY: índice dólar recua 0,08%, aos 101,99 pontos, antes do payroll
Treasuries nos EUA recuam por toda a curva, antes do payroll de março
O payroll é o relatório considerado o mais importante pelo Federal Reserve sobre o mercado de trabalho nos EUA. Os dados saem em instantes, às 9h30, Horário de Brasília. Confira os vencimentos mais observados:
- Título de 2 anos: -0,194 pp, a 3,531%
- Título de 10 anos: -0,158 pp, a 3,897%
Ibovespa futuro recua 1,88%, aos 129.325 pontos
Estrategista-chefe que previu choque tarifário faz alerta: o pior ainda está por vir
Peter Berezin e sua equipe na empresa de pesquisa BCA previram que tarifas unilaterais amplas estavam chegando — e que as propostas do novo governo iriam muito além do que havia sido implementado no primeiro mandato de Trump.
Carrefour (CRFB3): nova proposta de deslitagem pode ser uma forma de reduzir a incerteza, diz banco
O Carrefour Brasil (CRFB3) anunciou ontem, após o fechamento do mercado, que seu Conselho de Administração aprovou uma atualização de sua proposta de deslistagem, incluindo novas e aprimoradas opções de resgate de ações para acionistas minoritários – nova linha de base de R$ 8,50 po ração, contra R$ 7,70 por ação anterior, um aumento de 10,4%; e alterando a data da Assembleia Geral Extraordinária de 7 de abril para 25 de abril. Segundo o Bradesco BBI, “os novos termos propostos parecem ser uma forma de tentar reduzir a incerteza sobre uma potencial rejeição da proposta e oferecer um upside mais alinhado com o desempenho positivo mais recente das ações dos varejistas brasileiros”. A classificação da ação pelo banco é neutra, com preço-alvo de R$ 7.
Tarifas dos EUA anteciparão cortes de juros por Fed e BCE, diz Nomura
As tarifas recíprocas anunciadas pelos Estados Unidos impedirão o crescimento econômico e elevarão a inflação, forçando o Federal Reserve a começar a reduzir a taxa de juros a partir do final deste ano, enquanto o Banco Central Europeu poderá cortar os juros já neste mês, disse o Nomura. O presidente dos EUA, Donald Trump, impôs tarifas abrangentes sobre dezenas de países na quarta-feira, o que intensificou a ameaça de uma guerra comercial e fomentou os temores de uma desaceleração econômica global, ou até mesmo uma recessão. As tarifas são “piores do que se temia”, disse o Nomura, reduzindo sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA de 1,5% para 0,6% na base trimestral e aumentando de 3,5% para 4,7% sua previsão para o núcleo do índice PCE ao fim do ano, o indicador de inflação preferido do Fed. Como resultado, a corretora espera que o Fed reduza os juros em dezembro, levando a taxa de juros para 4,125%, seguido por mais dois cortes de 0,25 ponto percentual no primeiro trimestre de 2026. (Reuters)
Taiwan anuncia US$8,7 bilhões em ajuda para empresas lidarem com tarifas dos EUA
O governo de Taiwan anunciou pelo menos US$8,74 bilhões em ajuda financeira na sexta-feira a empresas e indústrias para lidarem com o impacto das tarifas dos Estados Unidos. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quarta-feira tarifas de importação generalizadas, com taxas muito mais altas para dezenas de parceiros comerciais, incluindo Taiwan, que tem um grande superávit comercial com os Estados Unidos e enfrentará uma taxa de 32% sobre seus produtos. As tarifas dos EUA, no entanto, não se aplicam aos semicondutores, importante exportação de Taiwan. Em uma coletiva de imprensa em Taipé, o primeiro-ministro Cho Jung-tai reiterou que o governo considera as tarifas irracionais. “A responsabilidade do governo é continuar a gerenciar e controlar o risco e entender as necessidades do setor”, disse ele. Cho acrescentou que havia solicitado ao Escritório de Negociações Comerciais de Taiwan que converse com os Estados Unidos para tentar diminuir o impacto das tarifas. (Reuters)
Dólar comercial abre em alta de 1,81%, cotado a R$ 5,729 na compra e a R$ 5,730 na venda
DIs: juros futuros começam mistos esta sexta-feira, com quedas nos vértices mais curtos
Taxa (%) | Variação (pp) | |
DI1F26 | 14,660 | -0,080 |
DI1F27 | 14,310 | -0,065 |
DI1F28 | 14,090 | -0,015 |
DI1F29 | 14,155 | 0,025 |
DI1F31 | 14,440 | 0,070 |
DI1F32 | 14,520 | 0,050 |
DI1F33 | 14,540 | 0,070 |
DI1F34 | 14,600 | 0,140 |
DI1F35 | 14,560 | 0,080 |
China solicita consulta à OMC sobre novas tarifas dos EUA
A China disse nesta sexta-feira que solicitou consultas à Organização Mundial do Comércio sobre a introdução de uma nova rodada de tarifas pelos Estados Unidos. “A China apresentou uma queixa na OMC com relação às medidas dos Estados Unidos”, disse a missão permanente da China na Organização Mundial do Comércio em um comunicado nesta sexta-feira. As novas tarifas foram uma violação flagrante das regras da OMC, acrescentou.
Mini-índice com vencimento em abril (WINJ25) abre com baixa de 2,05%, aos 129.175 pontos
Preços dos combustíveis no Brasil estão acima da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 268 dias aumento dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 4 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): +3%, ou +R$ 0,10 (ontem: -1% ou -R$ 0,05)
- Gasolina A (média nacional): +3%, ou +R$ 0,08 (ontem: -1% ou -R$ 0,04)
Ibovespa futuro amplia perdas, com -2,02%, aos 129.170 pontos
UE diz que acordo comercial com o Mercosul é uma “grande oportunidade” devido às tarifas dos EUA
Fechar um acordo comercial com o bloco Mercosul seria uma “grande oportunidade” para a União Europeia, dadas as incertezas provocadas pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adotar uma nova rodada de tarifas, disse um porta-voz da UE nesta sexta-feira. “Vamos investir muito tempo e energia com os Estados membros para finalizar o acordo”, acrescentou. Apesar das reservas anteriores, a França realizou na quinta-feira uma reunião com 10 países da UE para discutir um possível acordo comercial com o Mercosul, sinalizando disposição de diversificar as parcerias comerciais. (Reuters)
Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com avanço de de 1,33%, aos 476.060,00
Minidólar com vencimento em maio (WDOK25) começa o dia com alta de 1,63%, cotado a 5.754,50
Dólar futuro abre em alta de 1,44%, cotado aos 5.743,00 pontos
Ibovespa futuro abre em queda de 1,75%, cotado aos 129.500 pontos
Com alta tecnologia, B3 reduz em 70% tempo de conclusão dos negócios
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
Grupo jurídico conservador dos EUA processa Trump por tarifaço
Nova ação judicial contesta legalidade do uso de poderes emergenciais para impor tarifas abrangentes, acirrando tensão comercial com a China.
Banco Master espera proposta do BTG por ativos remanescentes, dizem fontes
Os ativos em negociação incluem precatórios e participações em private equity, avaliados entre R$ 15 bilhões e R$ 23 bilhões.
Perdas globais em ações de bancos se intensificam em meio a temores de recessão
A liquidação global de ações de bancos tornou-se preocupante com o colapso dos papéis de bancos japoneses nesta sexta-feira para marcar a pior perda semanal em pelo menos 40 anos, enquanto os credores dos Estados Unidos e da Europa continuavam a cair conforme o temor de uma recessão global varria os mercados. Os bancos, como termômetros do crescimento, têm sido afetados em todo o mundo à medida que os EUA rompem com a ordem de livre comércio que construíram ao longo de décadas e o presidente Donald Trump impõe as mais altas barreiras tarifárias em um século. As quedas desta semana de 20% ou mais nas ações dos três megabancos do Japão são as maiores desde a crise financeira de 2008 – e, em alguns casos, ainda acima – em um dos sinais mais perturbadores dos mercados até agora sobre as consequências da guerra comercial de Trump. (Reuters)
Chair do Fed participa de evento em meio a tarifas e queda do mercado
Com as novas tarifas dos Estados Unidos em vigor em todo o mundo e os mercados abalados como resultado, o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, acrescentará sua voz nesta sexta-feira a um debate crescente no banco central sobre se as novas políticas do governo Trump têm mais probabilidade de estimular o aumento da inflação ou de prejudicar o crescimento e o emprego a ponto de o Fed ter que reagir. Declarações de seus colegas após os anúncios de tarifas feitos pelo presidente dos EUA, Donald Trump, nesta semana, mostraram preocupação de que a economia pode ser puxada em direções conflitantes nos próximos meses, com as tarifas elevando os preços mesmo com o enfraquecimento da confiança e os choques de preços que reduzem o crescimento e o consumo. Embora não se trate de uma “estagflação” clássica, a diretora do Fed Adriana Kugler disse esta semana que “já estamos vendo alguns riscos de alta para a inflação e alguns aumentos reais na inflação… É possível que, mais adiante, vejamos também um pouco de desaceleração” na economia em geral. O vice-presidente do Fed, Philip Jefferson, observou na quinta-feira que a “quantidade substancial de incerteza em relação ao comércio” pode afetar os gastos das famílias e das empresas, enquanto a diretora Lisa Cook disse que as expectativas de inflação haviam aumentado “mesmo antes dos anúncios maiores do que o esperado de ontem sobre a política comercial”. (Reuters)
PRIO (PRIO3) tem baixa de 3,5% na produção de março
As vendas totalizaram 3,182 milhões de barris de petróleo em março.
Governo cancela leilão para contratar potência ao sistema elétrico
O Ministério de Minas e Energia publicou nesta sexta-feira portaria revogando a realização do leilão para contratar usinas para fornecer potência e reforçar a segurança do sistema elétrico nacional, que estava marcado para 27 de junho. O cancelamento ocorre após as regras do certame terem sido questionadas judicialmente por agentes interessados, o que parte do setor enxergou como uma desconfiguração do certame, que poderia levar a uma contratação mais cara aos consumidores. Nesta semana, um juiz federal do Distrito Federal suspendeu a portaria do governo que tratava do leilão e determinou a realização de uma nova consulta pública. O leilão de reserva de capacidade seria o segundo do tipo a ser realizado pelo Brasil e já ocorreria com atraso, uma vez que estava previsto inicialmente para ser realizado no ano passado. No entanto, a demora do governo para publicar as regras finais, em meio a debates sobre as fontes de energia habilitadas a participar, acabou postergando o certame para este ano. A proposta do leilão, aberto a termelétricas e hidrelétricas, é aumentar a confiabilidade e segurança do sistema elétrico brasileiro, colocando mais usinas flexíveis para operar e que possam fazer frente à variabilidade da geração das fontes renováveis solar e eólica ao longo do dia.
Kremlin diz que Rússia precisa agir para proteger sua economia em meio à turbulência por tarifas
A Rússia precisa tomar medidas adicionais para minimizar o impacto negativo sobre sua economia devido à turbulência do mercado global decorrente das tarifas impostas a países de todo o mundo nesta semana pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse o Kremlin nesta sexta-feira. Na quinta-feira, Trump divulgou uma tarifa mínima de 10% sobre todas as importações para os Estados Unidos e impôs taxas mais altas a alguns dos maiores parceiros comerciais do país, provocando uma queda nos mercados financeiros mundiais e alimentando temores de uma desaceleração global. A Rússia, juntamente com Belarus, Cuba e Coreia do Norte — alguns dos países mais sancionados do mundo — não tiveram tarifas adicionais e o rublo russo pouco se alterou em relação ao dólar norte-americano e ao iuan chinês na sexta-feira. Também não reagiu fortemente à queda de 2% nos preços do petróleo, a principal commodity de exportação da Rússia. (Reuters)
Índice EWZ cai 3,61% na pré-abertura dos EUA
Alckmin diz que inflação provocada por seca e dólar alto é responsável por desgaste
Queda na popularidade do presidente Lula está relacionada à alta da inflação provocada por mudanças climáticas e pela valorização do dólar.
Barris de petróleo têm fortes quedas de mais de 6%
Os preços do petróleo operam em forte queda de 6% e caminham para registrar da pior semana em meses devido às novas tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, alimentando preocupações sobre uma guerra comercial global que poderia pesar na demanda por petróleo.
- Petróleo WTI, -6,50%, a US$ 62,60 o barril
- Petróleo Brent, -6,09%, a US$ 65,88 o barril
China vai impor tarifas de 34% sobre todos produtos dos EUA a partir de 10 de abril
A China anunciou nesta sexta-feira uma série de tarifas comerciais adicionais e restrições a produtos dos Estados Unidos como uma contramedida às amplas tarifas impostas ao país pelo presidente dos EUA, Donald Trump. O Ministério das Finanças da China disse que vai impor tarifas adicionais de 34% sobre todos os produtos norte-americanos a partir de 10 de abril. Pequim também anunciou controles às exportações enviadas aos EUA de terras raras médias e pesadas, incluindo samário, gadolínio, térbio, disprósio, lutécio, escândio e ítrio a partir desta sexta. “O propósito da implementação pelo governo chinês de controles de exportação de itens relevantes de acordo com a lei é melhor salvaguardar a segurança e os interesses nacionais, e para cumprir obrigações internacionais, como a de não proliferação, disse o Ministério do Comércio em comunicado. A pasta anunciou ainda que acrescentou 11 entidades à lista de “não confiáveis”, que permite à China adotar ações punitivas a entidades estrangeiras.
Mercados da Europa têm fortes quedas ainda com repercussão de tarifas
Os mercados europeus operam no vermelho, ampliando as perdas vésperas, com os investidores ainda se recuperando da escala das tarifas dos EUA anunciadas esta semana. A União Europeia afirmou nesta quinta-feira que adotará contramedidas contra os Estados Unidos caso as negociações não avancem. O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu que as empresas do país suspendam os investimentos planejados em solo americano. Já o ministro interino da Economia da Alemanha, Robert Habeck, declarou que Trump “cederia à pressão” se a Europa apresentar uma resposta unificada.
- STOXX 600: -4,42%
- DAX (Alemanha): -4,74%
- FTSE 100 (Reino Unido): -3,59%
- CAC 40 (França): -4,15%
- FTSE MIB (Itália): -7,04%
Bolsas da Ásia fecham dia em queda
O principal índice acionário do Japão recuou nesta sexta-feira, atingindo seu menor nível desde agosto do ano passado e marcando a maior queda semanal em cinco anos, à medida que os temores de uma recessão global na esteira das tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dominavam os mercados. O Nikkei caiu 20% em relação ao seu pico em julho. A venda brutal de ações ocorreu depois que Trump anunciou na quarta-feira as maiores barreiras comerciais dos EUA em mais de 100 anos, fazendo com que os investidores buscassem ativos seguros, incluindo o iene, o que aumentou a pressão sobre os papéis japoneses. As perdas foram lideradas pelas ações do setor bancário, já que o espectro das tarifas e seu possível impacto sobre o crescimento econômico fomentavam especulações de que o Banco do Japão pode precisar adiar o aumento da taxa de juros.
- Shanghai SE (China), fechado por feriado
- Nikkei (Japão): -2,75%
- Hang Seng Index (Hong Kong): fechado por feriado
- Kospi (Coreia do Sul): -0,86%
- ASX 200 (Austrália): -2,44%
IGP-DI tem queda de 0,50% em março
O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,50 por cento em março, ante elevação de 1,00 por cento no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta sexta – feira.
EUA: índices futuros estendem perdas e caem mais de 2%
Os índices futuros dos Estados Unidos operam em queda nesta sexta-feira (4), após o plano tarifário anunciado pelo presidente Donald Trump provocar a maior retração nos mercados acionários americanos em cinco anos. Em meio à escalada das tensões comerciais globais, à expectativa pela divulgação do relatório mensal de empregos (payroll) e ao aguardado discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ainda hoje, os investidores demonstram aversão ao risco e adotam uma postura mais defensiva. Espera-se que as folhas de pagamento não agrícolas mostrem que os EUA criaram 135 mil empregos, uma ligeira desaceleração em relação a fevereiro.
- Dow Jones Futuro: -2,60%
- S&P 500 Futuro: -2,57%
- Nasdaq Futuro: -2,67%
Abertura de mercados
Investidores continuam buscando proteção nesta sexta-feira em meio aos temores de recessão após as tarifas dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que aguardam dados de emprego e falas do chair do Federal Reserve e avaliam contramedidas da China. As ações globais caíam pelo segundo dia depois que o plano de tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, apagou US$2,4 trilhões das ações de Wall Street, levando os investidores a buscar segurança. As ações de bancos tinham forte queda uma vez que os investidores temem pelo crescimento e precificavam mais cortes de juros pelo banco central dos EUA, com o rendimento do Treasury referencial de 10 anos caindo para a mínima desde outubro depois de Trump adotar tarifa de 10% sobre a maioria das importações e taxas mais altas a diversos países. É diante desse cenário que o chair do Fed, Jerome Powell, falará nesta sexta-feira, ampliando um debate crescente no banco central dos EUA sobre se as novas políticas do governo Trump têm mais probabilidade de estimular o aumento da inflação ou de prejudicar o crescimento e o emprego. O dia terá também a divulgação do relatório de emprego do governo dos EUA, às 9h30, que deve mostrar desaceleração em março em meio a demissões de funcionários do setor público para reduzir os gastos do governo federal e à relutância das empresas em aumentar as contratações devido às tarifas de importação que colocaram em risco a saúde da economia. Na cena nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja ao Pará, onde tem encontro com o cacique Raoni Metuktire. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem com perdas amplas
Investidores em Wall Street viram as ações despencarem em sua maior perda em um dia desde 2020, depois que o presidente, dos EUA, Donald Trump, revelar tarifas abrangentes, aumentando o risco de uma guerra comercial global que mergulharia a economia norte-americana em uma recessão. “A realidade é clara: essas tarifas aumentarão os preços de milhares de produtos de uso diário – de telefones a alimentos – e isso alimentará a inflação em um momento em que ela já é desconfortavelmente persistente”, disse Nigel Green, CEO da consultoria financeira global deVere Group. “O plano tarifário anunciado foi significativo e, em sua forma atual, claramente não é uma boa notícia para a economia, a estabilidade e o comércio globais”, disse a Maersk, a segunda maior empresa de transporte de contêineres do mundo.
Dia (%) | Pontos | |
Dow Jones | -3,98 | 40.545,93 |
S&P 500 | -4,84 | 5.396,52 |
Nasdaq | -5,97 | 16.550,60 |
DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem com baixas por toda a curva
Taxa (%) | Variação (pp) | |
DI1F26 | 14,740 | -0,240 |
DI1F27 | 14,375 | -0,420 |
DI1F28 | 14,105 | -0,470 |
DI1F29 | 14,130 | -0,445 |
DI1F31 | 14,370 | -0,380 |
DI1F32 | 14,470 | -0,310 |
DI1F33 | 14,470 | -0,310 |
DI1F34 | 14,460 | -0,230 |
DI1F35 | 14,480 | -0,250 |
Dólar comercial encerrou ontem com baixa de 1,23%
O dólar teve a segunda baixa seguida diante do real, agora motivada pelas tarifas do governo Trump. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos de 1,55%, aos 102,19 pontos.
- Venda: R$ 5,629
- Compra: R$ 5,628
- Mínima: R$ 5,593
- Máxima: R$ 5,644
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Dia (%) | Valor R$) | |
BRAV3 | -7,18 | 21,06 |
PRIO3 | -6,95 | 36,83 |
SMTO3 | -5,79 | 20,03 |
RECV3 | -5,54 | 15,70 |
SUZB3 | -4,43 | 51,07 |
Maiores altas
Dia (%) | Valor R$) | |
AURE3 | 7,58 | 7,95 |
MGLU3 | 5,45 | 11,80 |
IGTI11 | 5,12 | 19,52 |
EGIE3 | 4,74 | 39,98 |
RAIL3 | 4,62 | 17,65 |
Mais negociadas
Negócios | Dia (%) | |
PETR4 | 91.820 | -3,23 |
PRIO3 | 65.805 | -6,95 |
VALE3 | 62.453 | -3,62 |
EMBR3 | 49.457 | -2,33 |
BRAV3 | 47.724 | -7,18 |
Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,04%, aos 131.140,65 pontos
- Máxima: 132.552,11
- Mínima: 130.181,74
- Diferença para a abertura: -49,69 pontos
- Volume: R$ 28,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (31): -1,25%
- Terça-feira (1º): +0,68%
- Quarta-feira (2): +0,03%
- Quinta-feira (3): -0,04%
- Semana: -0,58%
- Abril: +0,68%
- 2T25: +0,68%
- 2025: +9,03%
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