Brasil vence Musk, mas Trump vira placar para Big Tech: ‘jogo é outro’

Quem é o filho de Elon Musk que mandou Trump calar a boca

Achar que, em todo confronto com empresas de tecnologia, o Brasil vai tirar do bolso uma varinha mágica e bloquear a plataforma, não vai acontecer. É preciso abrir a caixa de ferramentas caso o Brasil entre em uma discussão de tensão regulatória. É importante dizer que é um jogo geopolítico
Carlos Affonso Souza

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Uma nova corrida

Desde que reassumiu a presidência dos EUA, Donald Trump toma decisões protecionistas. Coloca em prática o mantra “American First”. Diversos magnatas da indústria da tecnologia estiveram em sua posse, uma postura que pode ser interpretada como um alinhamento ao novo governo. Essa visão, porém, carece de sinais mais claros para se concretizar, avalia o advogado.

Esse é o momento em que a gente teve a posse do Trump, falas mais duras sendo colocadas, um alinhamento estratégico ainda não completamente consolidado. Não vimos como esse ecossistema de empresas americanas vai se comportar
Carlos Affonso Souza

Os chefões das Big Tech, no entanto, não perdem de vista que estão numa corrida em que os rivais estão do outro lado do mundo.

Não tenho dúvidas de que o ponto final dessa conversa é a disputa por supremacia tecnológica ao final dos anos 2020. É bom lembrar que o plano anual chinês diz que a China alcança a supremacia tecnológica em IA [inteligência artificial] em 2030. E, se os EUA quiserem ganhar, vão ter que ganhar durante o governo Trump
– Carlos Affonso Souza, advogado e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade



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