Ibovespa Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta segunda
- Ibovespa hoje
- Confira as últimas dos mercados
- DIs: juros futuros começam sessão com baixas por toda a curva
- Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com avanço de 2,95%, aos 603.960,00
- Dólar comercial abre em queda de 0,16%, cotado a R$ 5,560 na compra e a R$ 5,561 na venda
- Minidólar com vencimento em julho (WDON25) começa o dia com baixa de 0,19%, cotado a 5.581,50
- Mini-índice com vencimento em junho (WINM25) abre com alta de 0,19%, aos 137.075 pontos
- México: núcleo do índice de preços ao consumidor em maio sobe 0,30% na comparação com o mês anterior, abaixo do 0,49% de abril
- Dólar futuro abre em queda de 0,13%, cotado aos 5.585,00 pontos
- México: índice de preços ao consumidor em maio sobe 0,28% na comparação com o mês anterior, abaixo do 0,33% de abril
- Ibovespa futuro abre em alta de 0,12%, cotado aos 137.040 pontos
- Preços da gasolina no Brasil estão acima da paridade internacional, diz Abicom
- Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
- Motta: MP apresentada por Haddad é menos danosa e diminui efeitos do aumento do IOF
- EUA e China discutem exportações de minerais raros em nova rodada de negociações
- Exportações da China para os Estados Unidos caíram quase 10% em maio
- “O que importa mesmo é a intensidade do aperto monetário”, diz diretor do BC ao Valor
- Bolsonaro e Moraes ficam frente a frente pela primeira vez na trama golpista
- Contração do PIB do Japão no 1º trimestre é revisada para cima por melhora do consumo
- LSEG faz acordo para fornecer tecnologia para bolsa A5X no Brasil
- Focus: projeção para o câmbio cai para 2026
- Focus: projeções para o PIB sobem para 2025 e 2026
- Focus: projeção para a Selic continua em 14,75% para este ano
- Focus: projeção para o IPCA cai para 2025
- Escrivá diz ver espaço para ajuste pequeno na política monetária do BCE
- Tendências: Ibov em correção, dólar em baixa e Nasdaq, S&P 500 e Bitcoin em alta
- BCE não deve “reagir de forma exagerada” com inflação abaixo da meta de 2%, diz Vujcic
- PetroReconcavo tem produção média diária de 27,4 mil boe em maio, queda de 1,7%
- Lula cumpre últimos compromissos na França e retorna ao Brasil nesta segunda-feira
- Índice EWZ sobe 1,48% na pré-abertura dos EUA
- Barris de petróleo sobem e minério de ferro recua
- Exportações da China desaceleram em maio, deflação se aprofunda em meio a tarifas
- Bolsas da Europa recuam juntas
- Bolsas da Ásia fecham dia com ganhos na maioria
- EUA: índices futuros operam mistos
- MP sobre bets e taxação de títulos isentos compensará “recalibragem” no IOF, diz Haddad
- Mercado repercute medidas para “recalibrar” decreto do IOF; encontro China-EUA em foco
- Principais índices em Nova York terminaram a sexta com fortes altas e semana fechou amplamente positiva
- DIs: juros futuros fecharam sessão de sexta com baixas por toda a curva
- Dólar comercial terminou a sexta com baixa de 0,28%
- Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta
- Ibovespa fecha a sexta-feira (6) com baixa de 0,10%, aos 136.102,10 pontos
Ibovespa ao vivo, bolsa ao vivo, bolsa de valores ao vivo, bolsa de valores em tempo real, ibovespa, ibovespa em alta, ibovespa em baixa, ibovespa hoje, bolsa hoje, bolsa de valores hoje, B3, bolsa de valores, ibovespa em tempo real, infomoney ao vivo, infomoney tempo real, bolsa em alta, bolsa em baixa
” data-medium-file=” data-large-file=” />
Ibovespa hoje
- Ibovespa futuro sobe aos 137 mil pontos, dólar comercial cai a R$ 5,56 e juros futuros recuam.
- EUA e China se reúnem nesta segunda-feira em Londres para negociações comerciais.
- Boletim Focus: analistas voltam a cortar projeções para inflação em 2025.
- Haddad: MP muda taxação de bets e isenções em investimentos para evitar alta do IOF.
Confira as últimas dos mercados
DIs: juros futuros começam sessão com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,870 | -0,035 |
| DI1F27 | 14,255 | -0,035 |
| DI1F28 | 13,735 | -0,045 |
| DI1F29 | 13,680 | -0,030 |
| DI1F31 | 13,810 | -0,020 |
| DI1F32 | 13,860 | -0,010 |
| DI1F33 | 13,860 | -0,010 |
| DI1F35 | 13,860 | 0,000 |
Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com avanço de 2,95%, aos 603.960,00
Dólar comercial abre em queda de 0,16%, cotado a R$ 5,560 na compra e a R$ 5,561 na venda
Minidólar com vencimento em julho (WDON25) começa o dia com baixa de 0,19%, cotado a 5.581,50
Mini-índice com vencimento em junho (WINM25) abre com alta de 0,19%, aos 137.075 pontos
México: núcleo do índice de preços ao consumidor em maio sobe 0,30% na comparação com o mês anterior, abaixo do 0,49% de abril
Dólar futuro abre em queda de 0,13%, cotado aos 5.585,00 pontos
México: índice de preços ao consumidor em maio sobe 0,28% na comparação com o mês anterior, abaixo do 0,33% de abril
Na relação com maio de 2024, a alta foi de 4,42%, acima dos 3,93% de abril.
Ibovespa futuro abre em alta de 0,12%, cotado aos 137.040 pontos
Preços da gasolina no Brasil estão acima da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 7 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 35 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -2%, ou -R$ 0,06 (sexta: 0% ou -R$ 0,01)
- Gasolina A (média nacional): +3%, ou +R$ 0,07 (sexta: +2% ou +R$ 0,05)
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
Motta: MP apresentada por Haddad é menos danosa e diminui efeitos do aumento do IOF
“O governo apresentou uma medida provisória que, na nossa avaliação, ela traz uma compensação financeira para o governo, mas muito menos danosa do que seria a continuidade do decreto do IOF como foi proposto de maneira original”, afirmou Motta.
EUA e China discutem exportações de minerais raros em nova rodada de negociações
Discussão acontece nesta segunda (9), em Londres; governo Trump deve pressionar Pequim a acelerar exportações de terrar raras e imãs.
Exportações da China para os Estados Unidos caíram quase 10% em maio
Representantes dos governos americano e chinês vão se reunir novamente nesta segunda, em Londres, para discutir um acordo comercial que coloque fim à guerra tarifária.
“O que importa mesmo é a intensidade do aperto monetário”, diz diretor do BC ao Valor
O diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, Renato Gomes, avaliou que o que importa é a intensidade do aperto monetário, de acordo com entrevista ao jornal Valor Econômico. Dessa maneira, Gomes mostra alinhamento com a estratégia do Comitê de Política Monetária de calibragem da Selic e manutenção do aperto monetário por um período prolongado de tempo. “O que importa mesmo é a intensidade do aperto monetário”, disse Gomes segundo o Valor. “Essa intensidade é uma combinação da taxa terminal – de até onde o ciclo vai – e da duração da taxa numa região restritiva.” Para ele, essa intensidade agregada “é mais importante do que o valor exato da taxa terminal” de juro.
Bolsonaro e Moraes ficam frente a frente pela primeira vez na trama golpista
Etapa de interrogatórios de réus tem início nesta segunda-feira; ex-presidente afirma que não vai ‘lacrar’ durante depoimento.
Contração do PIB do Japão no 1º trimestre é revisada para cima por melhora do consumo
A economia do Japão contraiu menos do que o inicialmente estimado no primeiro trimestre, mostraram dados do governo nesta segunda-feira, com os números de consumo revisados para cima em um momento em que a incerteza em torno das tarifas dos Estados Unidos está afetando as perspectivas. O Produto Interno Bruto encolheu 0,2% entre janeiro e março em termos anuais, mostraram dados revisados do Escritório do Gabinete, em vez da queda de 0,7% anunciada em 16 de maio. Em relação ao trimestre anterior, a revisão se traduz em uma estabilidade em termos ajustados pelos preços, em comparação com uma contração de 0,2% estimada inicialmente. A revisão faz pouco para dissipar a preocupação dos analistas de que o crescimento econômico estava perdendo força mesmo antes de o presidente dos EUA, Donald Trump, implementar suas chamadas tarifas recíprocas em 2 de abril.
LSEG faz acordo para fornecer tecnologia para bolsa A5X no Brasil
A London Stock Exchange Group (LSEG) anunciou nesta segunda-feira acordo para fornecer tecnologia de trading, clearing e acompanhamento de mercado para a A5X, bolsa de derivativos e futuros que está sendo criada no Brasil. “A LSEG fornecerá seu conjunto de tecnologia de infraestrutura de mercado integrada, incluindo gerenciamento de risco pré-negociação, mecanismo de correspondência de latência ultrabaixa, distribuição de dados de mercado e monitoramento em tempo real, e fornecerá uma plataforma pós-negociação de ponta a ponta, incluindo compensação, liquidação e gerenciamento de risco”, afirmou a companhia em comunicado à imprensa. A A5X pretende estar pronta para testes regulatórios até o quarto trimestre deste ano e prevê lançamento comercial da nova plataforma no primeiro semestre de 2026, afirmou a companhia no comunicado. A parceria estabelece as bases para um “ecossistema de derivativos e futuros integrado e completo no Brasil”, afirmaram as empresas. Os termos financeiros do acordo não foram divulgados.
Focus: projeção para o câmbio cai para 2026
- Dólar para 2025: R$ 5,80 (sem mudanças)
- Dólar para 2026: R$ 5,89 (de R$ 5,90 da semana passada)
- Dólar para 2027: R$ 5,80 (sem alterações)
- Dólar para 2028: R$ 5,80 (sem mudanças)
Focus: projeções para o PIB sobem para 2025 e 2026
- PIB para 2025: 2,18% (de 2,13% da semana passada)
- PIB para 2026: 1,81% (de 1,80%)
- PIB para 2027: 2,00% (sem mudanças)
- PIB para 2028: 3,85% (sem alterações)
Focus: projeção para a Selic continua em 14,75% para este ano
- Selic para 2025: 14,75% (sem mudanças)
- Selic para 2026: 12,50% (o mesmo da última semana)
- Selic para 2027: 10,50% (sem mudanças)
- Selic para 2028: 10% (sem alterações)
Focus: projeção para o IPCA cai para 2025
- IPCA para 2025: 5,44% de 5,46%
- IPCA para 2026: 4,50% (sem mudanças)
- IPCA para 2027: 4,00% (sem alterações)
- IPCA para 2028: 3,85% (sem mudanças)
Escrivá diz ver espaço para ajuste pequeno na política monetária do BCE
A trajetória de afrouxamento da política monetária do Banco Central Europeu poderá exigir novos ajustes se as atuais perspectivas macroeconômicas e de inflação se confirmarem, disse o membro do BCE José Luis Escrivá. Na semana passada, o BCE cortou a taxa de juros e sugeriu uma pausa depois que a inflação na zona do euro retornou à sua meta de 2%. Escrivá, que também é presidente do banco central da Espanha, disse em uma entrevista ao jornal El País neste domingo que “está muito confortável” com a abordagem atual e gradual de cortes sucessivos de 25 pontos-base nos juros. “Nosso cenário central – crescimento do PIB em torno de 1% e inflação de 2% – poderá exigir alguns ajustes finos se for confirmado”, disse Escrivá. O BCE cortou os juros em 2 pontos percentuais desde junho do ano passado para sustentar a economia da zona do euro, também atingida pelas políticas econômicas e comerciais erráticas dos Estados Unidos.
Tendências: Ibov em correção, dólar em baixa e Nasdaq, S&P 500 e Bitcoin em alta
Divulgação do IPCA e CPI pode ampliar volatilidade em ativos no Brasil e exterior.
BCE não deve “reagir de forma exagerada” com inflação abaixo da meta de 2%, diz Vujcic
O Banco Central Europeu não deve “reagir de forma exagerada” ao fato de a inflação da zona do euro estar abaixo de sua meta de 2%, pois há boas razões para acreditar que ela voltará a subir, disse o membro do BCE Boris Vujcic à Reuters. O BCE cortou a taxa de juros na quinta-feira pela oitava vez no último ano, mas sinalizou pelo menos uma pausa no próximo mês, apesar de projetar uma inflação de apenas 1,6% em 2026. A inflação na zona do euro foi de 1,9% em maio, de acordo com uma estimativa publicada na semana passada. Vujcic, que também é o presidente do banco central da Croácia, disse que o crescimento dos preços provavelmente se recuperará mais tarde e que a política monetária não deve tentar fazer uma “cirurgia de precisão” em pequenas flutuações de sua meta. “Um desvio de algumas dezenas de pontos-base em ambos os lados da meta não é um problema”, disse Vujcic em uma entrevista no sábado em Dubrovnik. “Porque sempre haverá pequenos desvios. Se você os considerar como um problema, então você reagirá de forma exagerada. Isso não é uma cirurgia de precisão.”
PetroReconcavo tem produção média diária de 27,4 mil boe em maio, queda de 1,7%
Produção foi impactada pela queda de 2,9% na produção total do Ativo Potiguar e de 3% na produção de gás no Ativo Bahia.
Lula cumpre últimos compromissos na França e retorna ao Brasil nesta segunda-feira
Previsão é de que Lula chegue a Brasília às 20h30 desta segunda-feira, 9.
Índice EWZ sobe 1,48% na pré-abertura dos EUA
Barris de petróleo sobem e minério de ferro recua
Os preços do petróleo operam em alta, enquanto os investidores aguardam as negociações comerciais entre EUA e China, que seriam realizadas em Londres no final do dia. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, já que dados fracos da China, maior consumidora da commodity, pesaram sobre o sentimento dos investidores, embora esperanças de progresso nas negociações comerciais entre as maiores economias do mundo tenham limitado as perdas.
- Petróleo WTI, +0,33%, a US$ 64,79 o barril
- Petróleo Brent, +0,30%, a US$ 66,67 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,71%, a 703 iuanes (US$ 97,78)
Exportações da China desaceleram em maio, deflação se aprofunda em meio a tarifas
O crescimento das exportações da China desacelerou em maio para o nível mais baixo em três meses uma vez que as tarifas dos Estados Unidos afetaram os embarques, enquanto a deflação ao produtor se aprofundou para seu pior nível em dois anos, aumentando a pressão sobre a segunda maior economia do mundo tanto na frente interna quanto externa. Nos últimos dois meses, a guerra comercial global do presidente dos EUA, Donald Trump, e as oscilações nos laços comerciais entre a China e os EUA levaram os exportadores chineses, juntamente com seus parceiros comerciais em todo o Pacífico, a uma montanha-russa e prejudicaram o crescimento mundial. Ressaltando o impacto das tarifas dos EUA sobre as remessas, dados alfandegários mostraram que as exportações da China para os EUA caíram 34,5% em maio em termos de valor, a maior queda desde fevereiro de 2020, quando o surto da pandemia de Covid-19 afetou o comércio global.
Bolsas da Europa recuam juntas
Os mercados europeus operam em baixa, com investidores aguardando as negociações comerciais entre EUA e China, que devem ocorrer em Londres hoje. As ações da Alphawave, empresa de chips listada em Londres, dispararam mais de 20% após o anúncio de sua aquisição por US$ 2,4 bilhões pela gigante americana de semicondutores Qualcomm.
- STOXX 600: -0,15%
- DAX (Alemanha): -0,51%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,15%
- CAC 40 (França): -0,19%
- FTSE MIB (Itália): -0,23%
Bolsas da Ásia fecham dia com ganhos na maioria
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com alta em sua maioria, enquanto os investidores aguardavam as negociações comerciais entre Washington e Pequim no final do dia e assimilavam os dados de inflação e comércio da China. As tensões comerciais estão aparentemente diminuindo entre as duas maiores economias do mundo, já que a China teria concedido aprovações temporárias para a exportação de terras raras, enquanto o jato Boeing Co. iniciou entregas de jatos comerciais para a superpotência asiática. A inflação ao consumidor na China recuou 0,1% em maio na comparação anual, uma queda menor que os 0,2% esperados por economistas consultados pela Reuters. Já o índice de preços ao produtor caiu 3,3%, superando a estimativa de retração de 3,2%. As exportações chinesas registraram crescimento abaixo do previsto, pressionadas por uma forte queda nas remessas para os Estados Unidos.
- Shanghai SE (China), +0,43%
- Nikkei (Japão): +0,92%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +1,63%
- Kospi (Coreia do Sul): +1,55%
- ASX 200 (Austrália): fechado por feriado
EUA: índices futuros operam mistos
Os futuros das ações nos Estados Unidos operam com pouca variação, com o índice S&P 500 próximo de uma máxima histórica, refletindo um cenário de otimismo cauteloso entre investidores. A semana promete ser movimentada, com dados econômicos relevantes e negociações comerciais entre as maiores economias globais no centro das atenções. Os dados de inflação também devem ocupar um lugar central nesta semana. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) será divulgado na quarta-feira, enquanto o Índice de Preços ao Produtor (PPI) está previsto para sexta. Investidores acompanham de perto os indicadores em busca de sinais sobre os efeitos das tarifas atuais na economia.
- Dow Jones Futuro: +0,01%
- S&P 500 Futuro: 0,02%
- Nasdaq Futuro: -0,07%
MP sobre bets e taxação de títulos isentos compensará “recalibragem” no IOF, diz Haddad
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse no domingo que chegou a um acordo com os líderes do Congresso para “recalibrar” o decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no mês passado, mencionando a taxação de títulos isentos e taxas maiores sobre apostas esportivas como compensação. Falando em coletiva de imprensa após reunião com lideranças partidárias, Haddad disse que o governo apresentará uma medida provisória ainda nesta semana com as propostas que compensarão um novo decreto sobre o IOF que deve reduzir as alíquotas do projeto original. “Essa medida provisória vai nos permitir recalibrar o decreto do IOF, fazendo com que a sua dimensão regulatória seja o foco da nova versão e nós possamos reduzir as alíquotas do projeto original”, disse Haddad ao lado dos líderes, em coletiva transmitida pela TV Câmara na noite de domingo. Segundo o ministro, a MP incluirá taxação de 5% para títulos públicos que atualmente são isentos, uma maior taxação de “bets” e a aproximação das alíquotas pagas por instituições financeiras para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). O projeto será apresentado após o retorno presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Brasil, o que ocorrerá na terça-feira. “A medida provisória vai disciplinar determinadas matérias em torno da questão da arrecadação… (Um ponto) corrige distorções no sistema de crédito, na cobrança de imposto de rendimentos sobre títulos”, afirmou Haddad.
Mercado repercute medidas para “recalibrar” decreto do IOF; encontro China-EUA em foco
Investidores nacionais repercutem nesta segunda-feira o anúncio feito pelo ministro da Fazenda na véspera de medida provisória para compensar mudanças no decreto de aumento do IOF, enquanto no exterior o foco estará em torno de novas discussões comerciais entre Estados Unidos e China. Na noite de domingo, o ministro Fernando Haddad disse que chegou a um acordo com os líderes do Congresso para “recalibrar” o decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no mês passado, mencionando a taxação de títulos isentos e taxas maiores sobre apostas esportivas como compensação. Segundo ele, a MP incluirá taxação de 5% para títulos públicos que atualmente são isentos, uma maior taxação de “bets” e a aproximação das alíquotas pagas por instituições financeiras para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). No cenário externo, as atenções se voltarão para o encontro entre autoridades de EUA e China em Londres, em conversas com o objetivo de acalmar a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo, que se ampliou nas últimas semanas. Ao longo da semana, em meio ao período de silêncio das autoridades do Federal Reserve antes de sua próxima reunião de política monetária, os investidores estarão atentos a novos dados econômicos dos EUA, com destaque para a leitura da inflação ao consumidor de maio na quarta-feira.
Principais índices em Nova York terminaram a sexta com fortes altas e semana fechou amplamente positiva
Investidores em Wall Street se animaram com o relatório sobre o mercado de trabalho dos EUA em maio vir mais forte do que se projetava, diminuindo as preocupações dos empregos estarem apontando para uma recessão. Porém, “o relatório de empregos de hoje não será visto como um chamado para que o Fed corte as taxas de juros”, disse à CNBC Eric Merlis, diretor-gerente e codiretor de mercados globais da Citizens. “A taxa de desemprego permaneceu inalterada e, embora outros indicadores indiquem um cenário de mercado de trabalho mais fraco, a demanda por trabalhadores permanece estável, à medida que as empresas se adaptam às mudanças de política monetária”.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | 1,05 | 1,17 |
| S&P 500 | 1,03 | 2,18 |
| Nasdaq | 1,20 | 1,49 |
DIs: juros futuros fecharam sessão de sexta com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,905 | -0,005 |
| DI1F27 | 14,290 | -0,075 |
| DI1F28 | 13,780 | -0,060 |
| DI1F29 | 13,710 | -0,080 |
| DI1F31 | 13,830 | -0,100 |
| DI1F32 | 13,870 | -0,100 |
| DI1F33 | 13,870 | -0,100 |
| DI1F35 | 13,860 | -0,090 |
Dólar comercial terminou a sexta com baixa de 0,28%
O dólar conseguiu a segunda queda seguida diante do real, depois de passar boa parte da sessão no positivo. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,44%, aos 99,17 pontos. Na semana, o dólar perdeu 2,63%.
- Venda: R$ 5,570
- Compra: R$ 5,569
- Mínima: R$ 5,560
- Máxima: R$ 5,618
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | -5,57 | 9,50 |
| VAMO3 | -5,23 | 4,53 |
| LREN3 | -4,67 | 17,56 |
| COGN3 | -3,96 | 2,91 |
| EMBR3 | -3,28 | 64,51 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 3,56 | 42,51 |
| JBSS3 | 1,93 | 39,03 |
| BRAV3 | 1,66 | 19,65 |
| ABEV3 | 1,51 | 14,08 |
| RADL3 | 1,27 | 15,15 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| BBAS3 | 79.141 | -2,38 |
| JBSS3 | 51.980 | 1,93 |
| PETR4 | 39.603 | 0,92 |
| LREN3 | 35.165 | -4,67 |
| MGLU3 | 34.112 | -5,57 |
Ibovespa fecha a sexta-feira (6) com baixa de 0,10%, aos 136.102,10 pontos
- Máxima: 136.889,88
- Mínima: 136.600,86
- Diferença para a abertura: -134,27 pontos
- Volume: R$ 24,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (2): -0,18%
- Terça-feira (3): +0,56%
- Quarta-feira (4): -0,40%
- Quinta-feira (5): -0,56%
- Sexta-feira (6): -0,10%
- Semana: -0,67%
- Junho: -0,67%
- 2T25: +4,49%
- 2025: +13,15%
Receba as principais notícias de economia, investimentos e negócios no seu celular! Inscreva-se no canal do InfoMoney no WhatsApp agora.
Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.
Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com lara.rizerio@infomoney.com.br.
IM Trader: notícias, análises, vídeos, podcasts e guias no novo canal do InfoMoney sobre Mercados.
The post Ibovespa Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta segunda appeared first on InfoMoney.